O passado, presente e futuro da DEV Tecnologia

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Inovação

DEV Tecnologia: levando a IoT brasileira para todo o mundo

Criada em 2013, empresa mira o futuro ao abraçar a Internet das Coisas

Em breve não só computadores e smartphones operarão ligados o tempo todo à internet. Também roupas, eletroeletrônicos, uma nova geração de assessórios vestíveis, equipamentos industriais, ferramentas diversas… praticamente tudo irá funcionar segundo os princípios da IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês). Nos EUA já está acontecendo. Na Europa e na China também, ainda que de formas diferentes. E no Brasil, quando esta onda bater de vez, na crista dela estará uma empresa que hoje já é pioneira nacional na área: a DEV Tecnologia.

O CEO, sócio e um dos fundadores da companhia, Camilo Rodegheri, conta que a DEV não tem seu foco no consumidor final, e sim desenvolve produtos conectados para empresas. É uma design house especializada em IoT – a primeira do Brasil a trabalhar exclusivamente com tal tecnologia. Cria itens de pouquíssimo consumo energético e que se comunicam via wireless.

E quem são os jovens que criaram a DEV?

Bem, o embrião da empresa surgiu em 2008, embora ela tenha sido fundada em 2013. O já citado Camilo Rodegheri mais Silvia Takey, Marcelo Pesse e Artur Polizel, estudantes de graduação em engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) atuaram juntos pela primeira vez em um projeto da Poli Júnior (associação que comercializa projetos de alunos para clientes).

Suas biografias? Rodegheri começou a programar aos 8 anos e a desenvolver eletrônica aos 9; Pesse iniciou fazendo projetinhos de garagem aos 13 e já havia completado o ensino técnico em mecatrônica; Polizel começou a programar aos 11 anos e era gamer desde muito cedo; e Silvia sempre mostrou talento para a liderança e gerenciamento de projetos, tendo obtido certificado pelo Project Management Institute.

(Vale observar que Polizel, após 5 anos como sócio e líder técnico de software da DEV, decidiu se aventurar em outras áreas da computação e hoje atua como consultor técnico expert da empresa)

É Silvia quem relata o surgimento da companhia: “Após sua fundação oficial em 2013, mantivemos nosso portfólio de clientes na área de pesquisa científica como fonte inicial de recursos. Fizemos projetos dos mais curiosos, como uma pista de corrida para lagartos sensorizada e um labirinto de formigas com câmeras para o Instituto de Biologia da USP, além de rastreadores de olhar (eye-trackers) para a UNIFESP, e monitores de qualidade do ar com precisão de partes por milhão para peças expostas em museus do Instituto de Química, também da USP. Com isso fomos montando nosso laboratório de pesquisa, desenvolvimento e prototipagem de produtos.”

“Fizemos projetos curiosos, como uma pista de corrida para lagartos e um labirinto de formigas”

A DEV, hoje

Atualmente a empresa trabalha em três frentes principais:

– Indústrias eletrônicas com produtos próprios que desejam complementar seu portfólio usando novas soluções de IoT, ou incorporar IoT em itens já existentes de forma rápida (são empresas que não possuem expertise em Internet das Coisas). Há ainda as que querem acelerar o lançamento de soluções de IoT via recursos de incentivo à inovação como a Lei de Informática e a Lei do Bem. A DEV atende suas demandas com muito mais flexibilidade e rapidez do que se fossem contratar e formar uma equipe e laboratório especializados em IoT do zero;

– Indústrias de segmentos diversos (farmacêutico, bens de consumo, financeiro, agronegócio) que buscam soluções de IoT as quais complementem e impulsionem a venda dos bens que fabricam – como, por exemplo, um wearable de medição de sinais vitais para a indústria farmacêutica, um device conectado que permite o pedido de reposição de um bem de consumo ou insumo do agronegócio recorrente ou uma instituição financeira que quer inovar em meios de pagamento utilizando Internet das Coisas. Nestes casos, como o cliente não possui histórico de desenvolvimento e operação de produtos eletrônicos que empreguem IoT, a DEV atua desde a gestão e do plano estratégico do item até o handover para a comercialização e suporte do bem após seu desenvolvimento, passando pelo desenvolvimento de toda a cadeia de fornecimento;

– Startups de alto potencial que possuem diferenciação na camada de software, inteligência e serviços objetivando resolver uma determinada dificuldade, mas precisam de apoio para o desenvolvimento, produção e integração de dispositivos conectados em escala, os quais são habilitadores ou impulsionadores de suas soluções, porém não são seu foco.

A DEV já realizou mais de 100 projetos para mais de 60 empresas destes três segmentos ao longo de sua história.

“Em breve lançaremos a IoT DEV PRO, plataforma de conteúdo da DEV”

A DEV, amanhã

E para onde vai esta brava startup?

Silvia Takey conta: “Em breve lançaremos a IoT DEV PRO, plataforma de conteúdo da DEV, a qual irá formar pessoas que desejam atuar profissionalmente com Internet das Coisas, seja desenvolvendo, comercializando ou consumindo soluções de IoT nas empresas em que operam”.

E é também Silvia quem discorre, de maneira brilhante, sobre o futuro do próprio campo do conhecimento onde a DEV Tecnologia age – o qual é mais, muita mais que promissor.

“IoT é a próxima revolução tecnológica em andamento, e certamente é também um caminho sem volta”, inicia ela. “Para o Brasil trata-se da oportunidade de dar um salto em competitividade e produtividade, para que alcancemos as outras economias globais. Como as soluções de IoT são muito particulares para cada tipo de segmento de mercado, enxergo oportunidades da DEV destacar-se como referência global em IoT no agronegócio, no varejo e automação comercial, na segurança patrimonial, em meios de pagamento e bens de consumo”.

E Silvia arremata, confiante: “Todos os setores nos quais determinado país for referência no mundo, este terá de incorporar IoT ao mesmo para manter seu posicionamento. Internet das Coisas é algo que também abre oportunidade para que segmentos de menor destaque se tornem relevantes. Um exemplo é a própria indústria de manufatura brasileira, a qual conta com um parque tecnológico composto por muitos equipamentos que poderão se tornar conectados e mais produtivos por meio de soluções de IoT de baixo custo, sem que haja a necessidade de serem substituídos”.

“IoT é a próxima revolução tecnológica em andamento, e certamente é também um caminho sem volta”

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